Remédio para a vida: muitos abraços apertados.

Já abraçou alguém de verdade hoje? Pode dar felicidade instantânea e até fazer o estresse desaparecer, como num passe de mágica!
Cresci numa família onde abraçar e beijar é demonstrar amor, afeto e empatia. E levamos como valores, para nossas vidas adultas.
E noto que é preciso colocar em prática este exercício afetuoso de se mostrar preocupado, de ter amor, carinho e empatia com o outro. Vamos deixar de lado qualquer preconceito bobo ou o quê os outros pensam, ok? Existe boa-fé nisso. 
Não vale num abraço cordial, nem cumprimento entre colegas de trabalho ou numa apresentação de pessoas. Estes aumentam o hormônio cortisol - a ansiedade
Trata-se de um abraço aos nossos queridos, de pelo menos 20 segundos. Acha que é muito? Experimente e note os efeitos, que podem trazer a cada um de vocês. E há estudos científicos que afirmam a importância e os benefícios do abraço no dia a dia, como a frase de Virgínia Satir, famosa psicoterapeuta norte-americana:
“Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer”. 
Faz toda a diferença! As pessoas se encontram, num abraço! 
Quer comprovar? Veja o vídeo da Panvel e experimente você também:



Reparou que no vídeo tem casal, parentes, família, amigos e até 2 pessoas desconhecidas, que se abraçam demoradamente? Pois bem, beneficia a saúde física, mental e emocional. A sensação de aconchego e paz é tão grande no abraço demorado, que ajuda e melhorar a autoestima, o humor, a memória, o sistema nervoso e imunológico, reduzir os batimentos cardíacos, o estresse, a incidência de doenças, a depressão, o baixo astral. Ajuda a afastar sentimentos ruins, clarear a mente, estimular os hormônios do bem, confortar e equilibrar nosso corpo, nossa vida. Fortalece a intimidade e a confiança nas relações. É a incidência da serotonina e da oxitocina: hormônios do bem estar, amor, da felicidade
Trecho do ótimo Livro dos Abraços, de Eduardo Galeano (e-book em português gratuito para baixar aqui), o qual mostra os efeitos do baixo-astral:
O livro trata do cotidiano no mundo, da rotina, das ideias e da mudança delas com o passar dos anos, das mil facetas do mundo, diante da violência e o descaso, da falta de calor humano, da necessidade de se perder num abraço quente, seguro, tranquilo e amoroso. De ser mais feliz.

E isso tem muito do "comunicar-se", que se ampliou. Não basta mais falar, gesticular, sinalizar e escrever. Hoje ainda tem o digitar, compartilhar, curtir, enviar, anexar... Isso denota uma mudança de ritmo de vida, comportamento e valores. Muitos pedem por aceitação e compreensão em todos os níveis e espaços, mas poucos exercitam o abraço de verdade.
E o abraço tem que ser especial, tem que "passar a energia do outro". É revigorante!
Não te convenci? Última tentativa: quando você está com alguma dor, já notou que você massageia o lugar, na tentativa de melhorar? Este toque é maior e melhor com o abraço.
Pois bem, #AbraçoDemorado é um exercício do bem! E há quem diga que há abraços que deixam a sensação boa durante uma vida inteira. 
Abrace esta ideia! 


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